Amanda Mocelin, filha de um dos fundadores da rede de churrascaria Porcão, está dividindo cela com outra presidiária na cadeia pública Joaquim Ferreira de Souza, que faz parte do Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu no Rio de Janeiro.
Segundo a Secretaria Estadual de Administração da Penitenciária (Seap), Amanda está sendo tratada como qualquer outra presidiária, com direito a quatro refeições diárias e a banho de sol. Ela também pode receber visitas, mas ainda não houve cadastro de nenhum interessado.
Ela foi presa na semana passada por furtar uma semijoia no valor de R$ 386,00 em uma joalheria no Barra Shopping. Autuada em flagrante, a Amanda foi encaminhada ao 16º DP (Barra da Tijuca) e também responde por injúria racial.
Em seu depoimento, a jovem alegou estar sobre efeito de medicamentos potencializados pela mistura com álcool. A liberdade provisória pedida por seus advogados fora negada na sexta-feira (5). “Alegada conduta consistente em uso abusivo de álcool a demandar tratamento médico especializado necessita de melhor apreciação no caso concreto, razão pela qual, a cópia da declaração médica, por si só, é inapta a afastar a culpabilidade da inidicada”, concluiu o juiz no indeferimento do pedido.
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