‘Enterrar um filho na flor da idade é muito doloroso’


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No último domingo, a família do atirador celebrou uma missa em sua memória, na Igreja São Judas Tadeu. Familiares e amigos participaram da celebração usando um camisa com a foto do jovem. “Foi uma missa linda como o Juninho merece. Foi muito emocionante e ao mesmo tempo dolorido por pensar que já se foi um ano sem ele. O Juninho era uma pessoa boa demais. Meu filho era maravilhoso”, disse o pai do atirador, José Antônio Machado.
 
Dois meses após a morte do atirador, a família ganhou um novo membro com o nascimento do segundo filho de José Antônio. “Minha mulher estava grávida quando o Juninho morreu. O Miguel nasceu e trouxe uma esperança para nós, mas mesmo assim foi muito difícil este primeiro ano sem ele.”
 
Após o acidente, Juninho chegou a ser socorrido, mas morreu três horas depois, no hospital. O pai lamentou a morte precoce - aos 19 anos - do filho. “Nosso legado é enterrar alguém de idade ou que não está com saúde, mas um filho que estava saudável e na flor da idade é muito complicado e doloroso.”
 

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