Uma semana após a entrega da segunda etapa de casas do Conjunto Habitacional Clarindo Ferracioli - Belão em Restinga, a família do serviços gerais Neuclair Gomes Silveira continua à espera de uma moradia. Ele, a mulher e quatro filhos são os últimos que restaram em uma área de risco no Bairro Nova Restinga, após a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) juntamente com a Prefeitura transferirem 12 famílias que moravam no local para o novo conjunto.
O caso foi retratado pelo Comércio na última quarta-feira, 27. Na ocasião, Silveira foi à Defensoria Pública para pedir ajuda. A Prefeitura havia providenciado uma casa alugada para a família. “Estamos esperando. Até agora ninguém falou nada. A Prefeitura arrumou uma casa, mas só com dois cômodos. Depois viu outra, mas dentro do almoxarifado e meu filho tem problema de bronquite”.
Segundo Silveira, a Defensoria Pública solicitou dez dias para a CDHU fornecer informações sobre a sua situação. Procurada na semana passada, a CDHU informou que o morador não foi contemplado porque não residia na cidade em 2012, quando ocorreu a indicação das famílias.
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