Diego Figueiredo


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Música  é lembrança natural que o nome de Diego Figueiredo evoca. Parte de família talentosa,  começou cedo a dedilhar os instrumentos de cordas como violão, guitarra e cavaquinho. Contam que ele se mostrava fascinado, desde muito pequeno,  com  a performance do pai ao violão.  Observador, tudo que ouvia, lhe servia de modelo para repetir. Assim, ao longo do tempo, aprendeu que música é música,  independente de gênero, origem ou época: Villa-Lobos, Tonico e Tinoco,  Milton Nascimento, Tom Jobim e Waldir Azevedo, clássicos e eruditos: todos estimulam sua sensibilidade. Contam, também, que, não raro, ele pega seu violão, tranca-se e toca por horas ininterruptamente, sem repetir uma melodia: o tal alheamento da genialidade.  É alvo de  respeito, carinho e reverência por parte dos  amigos músicos, entre eles,  Tácio, que jamais escondeu o entusiasmo pelo irmão mais novo.  Diego se mostra descontraído, mais ousado e muito sereno, agora que se apresentou  em diversos e variados palcos. Maior elogio: George Benson, dos maiores guitarristas de todos os tempos, aposta que Diego é o representante maior da nova geração do jazz mundial.  Foto antiga; postura e concentração atuais.a .
 
(Lúcia H. M. Brigagão)

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