Os lagos formados pelas hidrelétricas representam mais que simples lagos ou reservatórios de usinas. Neles e nos entornos, com permissão e incentivo federal, atividades econômicas surgiram: agricultura irrigada, piscicultura, turismo, transporte hidroviário. Entidades destes segmentos devem ser ouvidos quando da tomada de decisões que afetem os níveis desses lagos. Os representantes do setor elétrico não podem ter exclusividade nas importantíssimas decisões de rebaixamentos de cotas.
Sávio Marinho
Franca - SP
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