A demissão, certamente, refletirá na economia francana. Há carga tributária enorme em nosso país e políticas de apoio ao setor calçadista são praticamente nulas. A culpa é do governo, dos nossos deputados sem representatividade na esfera federal e também, dos empresários. Nossos empresários não acompanharam o cenário mundial e não modernizaram os setores produtivos. Comparados com países emergentes ainda engatinhamos no setor industrial. Para viver a economia moderna é preciso ir além do amadorismo. É importante estudar o cenário, ser criativo, autônomo, buscar parcerias e saber que não dá mais para gerir fábrica como há 50 anos. Não se pode esperar presente do governo! É preciso agir para não afundar ainda mais. Só posso desejar boa sorte aos colegas demitidos!!!
Marcelo Bastos
Franca - SP
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Muitas pessoas não poupam, gastam tudo o que ganham. Vivem nos limites de suas possibilidades. Outras gastam ainda mais do que ganham. Vivem do crédito e, muitas vezes, acumulam dívidas umas atrás das outras até atingir valores impossíveis de serem pagos. Sair do ciclo vicioso do crédito e da dívida e viver dentro do limite pode não ser fácil. Passar depois para o nível seguinte, o nível da poupança, também requer esforço. Esta alteração de hábitos acontece muito mais facilmente se percebermos bem as vantagens da poupança: dá conforto e paz de espírito saber que temos algum dinheiro guardado. Este é, sem dúvida, um dos maiores benefícios. Se perdermos o emprego, temos segurança que permitirá sobreviver por algum tempo, até encontrar novo trabalho. Ao contrário, perderemos o sono com medo de perder o emprego. Poupando, também teremos onde pisar se for necessário bater o pé ao chefe!
Fernando A. B.
Franca - SP
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