Tratorista do Jardim Francano comete furto, mente nome e se complica


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O furto de um carrinho de mão usado para coleta de recicláveis não seria suficiente para levar o tratorista WOS, 34, do Jardim Francano, pra cadeia sem o direito de pagar fiança. Mas ao mentir o nome, ele acabou enquadrado também no crime de falsa identidade. Como a reclusão em caso de condenação nos dois crimes soma mais de quatro anos, ele foi recolhido ao CDP e deverá responder ao inquérito policial atrás das grades.
 
A polícia chegou até o tratorista após uma lavradora e coletora de recicláveis de 61 anos, do Centro, denunciar o furto de seu carrinho. A mulher relatou que por volta das 7 horas da manhã de ontem colocou o veículo na calçada e voltou para o interior da casa para trancar portas e janelas. Ao sair, descobriu que o carrinho, adquirido por R$ 200, desapareceu. De imediato, ela ligou para a Polícia Militar.
 
Os soldados França e Andrei, após ouvir a vítima, saíram à procura do possível autor do furto. Em um terreno baldio da rua Saldanha Marinho, no Centro, os policiais se depararam com o veículo. Ao seu lado o tratorista, que recolhia sucatas. Ele foi detido, e alegou que “achou” o carrinho no meio da rua e, imaginando que não tivesse proprietário, pegou para transportar as sucatas que juntou para um depósito particular. 
 
O caso foi encaminhado ao 1º Distrito Policial. O furto era registrado quando descobriu-se que o tratorista forneceu nome falso. Ele alegou que tem várias passagens e por medo de ser preso, mentiu a identidade. O delegado Pedro Luiz Dallaqua o autuou em flagrante por dois crimes. O preso foi recolhido ao CDP (Centro de Detenção Provisoria) de Franca.

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