Não há condição de levar a sério uma sabatina ou debate realizado pelo GCN. Como ter credibilidade um programa desses sendo que o chefe máximo da organização, também é candidato a deputado federal. Os jornalistas são todos da casa. Todos têm receio do que o chefe vai falar. Deixe um deles dar uma escorregada para ver quando o sr. Corrêa Neves voltar a ocupar o cargo, se não manda o neguinho (sic) para escanteio (sic). Parabéns ao candidato por falar aquilo que o GCN não quer acreditar.
Tonho
Franca - SP
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Não vi deselegância. (O candidato) tem o direito de sair a hora que quiser, mesmo se o tempo não tiver acabado, mas também é fato que o GCN tem candidato próprio.
Juarez Freire
Franca - SP
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A atitude demonstra o total despreparo do candidato Crico. Ele acusa o GCN de parcialidade e favorecimento a um ou outro candidato! Não creio nisso. Como a repórter tentou explicar e ele, de forma mal educada não a deixou falar, as regras estavam claras para todos os candidatos. Ele, claramente, fugiu da pergunta feita, não sei por qual motivo foi. (Leia em http://gcn.net.br/no ticia/260680/eleicoes-2014/2014/08/crico-se-desestabiliza-com-pergunta-sobre-homofobia-e- abandona-sabatina).
Daniela
Franca - SP
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Se todos aceitaram as regras por que com ele teria que ser diferente? Se acha que o grupo GCN não tem imparcialidade, tudo bem, mas não é abandonando, fugindo, que se resolve as coisas. Candidato deve mostrar que está preparado para lidar com adversidades. O eleitor, aliás, tem pensar nisso quando votar.
David Oliveira
Franca - SP
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Acho uma piada os gays quererem leis específicas. Imagine você saindo de casa com os filhos e no caminho encontrar pessoas do mesmo sexo se beijando ou com atitudes comuns a pessoas de sexo diferente. A educação que pais gastam anos dando aos filhos, pode ir para o lixo. Não falo que ser gay é errado ou certo, mas, de meu ponto de vista não serve de exemplo para famílias que conhecem os preceitos de Deus.
Juarez
Franca - SP
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Se ele aceitou participar de sabatina, não faz sentido reclamar dizendo que preferiria debate. Pior do que isso é ter fugido de responder à pergunta sobre criminalização da homofobia. Será que acha normal alguém ser agredido por ter sexualidade diferente da maioria? Preocupa seu posicionamento e destempero.
Márcio Silva
Franca - SP
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