Expoíntima 2014 começa hoje focada em atrair mais lojistas


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Salão do Castelinho é decorado e recebe estandes para a realização de mais uma Expoíntima
Salão do Castelinho é decorado e recebe estandes para a realização de mais uma Expoíntima
Com a missão de conquistar novos mercados consumidores, começa hoje, 13, no salão do Castelinho em Franca a 6ª Expoíntima (Feira da Moda de Franca e Região). O evento reunirá 38 expositores e focará toda a sua atenção no público lojista. O desejo é por meio da venda no atacado ampliar o raio de atuação das empresas fabricantes de lingerie, moda praia, fitness e confecção em geral.
 
Segundo dados da Secretaria Municipal de Desenvolvimento de Franca, o setor de confecção da cidade reúne hoje 351 fábricas e emprega mais de 1,3 mil funcionários. Estima-se que quase metade seja empresas de lingerie, moda praia e fitness.
 
Para o diretor de Indústria, Comércio e Serviço da secretaria, Deyvid Silveira, o setor apresentou um grande crescimento de 2009 a 2012 e desde então tem se mostrado estável. Os desafios atuais são encontrar mão de obra qualificada e mercado de atuação. “A mão de obra é semelhante a do setor calçadista, não igual, por isso necessita de um treinamento específico. Já em relação a mercado, a feira vem cumprir esse papel.”
 
Durante os quatro dias de feira aberta ao público (a ExpoÍntima segue até domingo), lojistas serão identificados por um crachá e concorrerão a uma moto que será sorteada no encerramento. “Temos muita dificuldade de ter acesso ao lojista, por isso essa feira tem como foco as vendas no atacado. Queremos atrair o maior número de lojistas possível”, disse a agente do Programa Empreender da Acif (Associação do Comércio e Indústria de Franca), Cláudia Neves. O programa conta com um grupo, o Incofran (Indústrias Confeccionistas de Franca), que reúne 11 micro empresas do setor. Juntas, elas produzem em média cinco mil peças íntimas por mês.
 
“Feira para mim é sinônimo de pedidos. É isso que a gente busca. Queremos conquistar novos espaços”, disse Jovana Almeida, sócia proprietária da Joelly, que participa do programa e está há cinco anos no mercado.
 
Novata no setor, Cleusa Rodrigues, da Linamú, produz 500 peças por mês e busca na feira concretizar vendas maiores. “Essa é uma promessa, para isso estamos apostando em diferenciais. A feira amadureceu, quem sabe não conseguimos”, disse ela, que almeja conquistar o sul do País.
 

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