Pelo menos dois casos ligados à Saúde Pública foram apresentados durante o Hora da Verdade Itinerante. O primeiro foi o da aposentada Maria Amélia, que teve o pedido de liberação de ambulância negado pela Secretaria de Saúde. “Uma vez ao ano meu marido, de 65 anos, precisa ir ao banco pessoalmente para confirmar que está vivo e continuar recebendo a aposentadoria. Neste ano, ele sofreu uma queda grave, fraturando o joelho, e não pode ir até lá se não for de ambulância. Ele precisa de remédio e sem a aposentadoria, nossa situação fica difícil. O banco já disse que não pode mandar funcionário lá em casa para fazer a verificação”, disse Maria. A Health Móvel, antiga Prontomed, se dispôs a ajudar no caso.
Outra situação foi a de uma jovem de 15 anos, que há seis aguarda por uma cirurgia de retirado de um sexto dedo do pé. “Ela sofre preconceito na escola e só anda de sapato fechado; o que machuca (devido ao dedo extra). Fiz até boletim de ocorrência contra bullying. Ela precisa de uma liberação para essa cirurgia.” Em ambos os casos, a Secretaria de Saúde não se manifestou até o fechamento da edição.
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