“Nossa economia está como aquele paciente que já não responde ao tratamento. Se o atual modelo econômico fosse um paciente, certamente estaria agora em cima de uma maca, a caminho da UTI. Porque multiplicam-se as evidências de que algo não vai bem com o tratamento e os remédios não estão mais fazendo o efeito esperado. Para manter o paciente vivo, é necessário sua remoção para uma ambiente de cuidado intensivo e monitoramento constante dos sinais vitais. Se nada for feito, a evolução do quadro pode levar o paciente a uma espécie de colapso, ou, no jargão médico, à falência múltipla dos órgãos” (Manuelito Magalhães Jr). Bom dia!
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