A lei “Maria da Penha” foi o instrumento legal usado pela polícia de Franca para prender três homens envolvidos em ameaças e agressões contra mulheres. Os crimes ocorreram no final de semana.
Na noite de sábado, o mototaxista FCM, 38, chegou em casa e após discussão com a enteada de 13 anos, ameaçou matá-la com uma faca, mas foi impedido pela mulher, mãe da jovem. PMs foram acionados e testemunharam as ameaças. O mototaxista foi autuado em flagrante.
Domingo, no início da tarde, o armador LAT, 25, foi acusado de furtar uma panela elétrica da casa dos pais. A irmã, auxiliar financeira de 22 anos, disse que iria denunciá-lo e acabou ameaçada de morte. Uma outra irmã, de 12 anos, testemunhou as ameaças. As partes foram conduzidas ao Plantão Policial. A jovem auxiliar ratificou seu desejo de representar contra o irmão e o mesmo foi preso em flagrante.
Horas depois, na Vila Formosa, o pedreiro RPC, 59, foi acusado de agredir a mulher, dona de casa de 55 anos, com um soco no rosto. A vítima, com um corte no supercílio direito, ligou para a filha, que por sua vez, acionou a PM. O pedreiro disse que não se “recordava” do soco e justificou o ferimento na mulher dizendo que ela “escorregou” e “bateu a cabeça na parede”. No Plantão Policial foi arbitrada fiança de R$ 800, mas o pedreiro não pagou e se juntou na cadeia do Guanabara ao mototaxista e ao armador.
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