ENGENHO QUEIMADO


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O problema desse modelo de urbanização é o conceito que a Prefeitura de Franca possui sobre áreas de lazer. Para o poder público francano, basta roçar o capim braquiária, plantar algumas mudas de árvores, colocar alguns bancos de cimento, colocar alguns paus de eucalipto para servir de brinquedo e pronto. Está acabada a praça. E o pior é que depois de finalizado esse grandioso modelo de praça, a mesma permanecerá abandonada em meio ao mato e a frequência de traficantes e usuários de drogas. Isto é, sem qualquer acompanhamento pelo Guarda Municipal e Vigilância Sanitária. Sobre a canalização do córrego, é importante frisar que ao longo de seu percurso existem nascentes que necessitariam ser preservadas. O que certamente implicaria na reposição de mata ciliar. Mas esse aspecto é também ignorado pelas autoridades públicas, para as quais cursos d’água na cidade só se prestam para escoar o seu esgoto.  
 
Darsio Batista
Franca

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