Consumir...


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...ou não consumir, eis a questão. Matéria de Economia do Diário do Comércio. “Consumir com base na emoção é complicado. Além de gerar ou aumentar ainda mais as dívidas, pode acabar em arrependimento e frustração. Mais difíceis de lidar. Portanto, se a ideia é usar o consignado para realizar um desejo de consumo, os cuidados devem ser redobrados”. “Quando a decisão se baseia na emoção, o cérebro compra mesmo”, diz o consultor financeiro Ricardo Pereira. Mário Amico, da Fipecafi, diz que separar necessidade de desejo é essencial. Avalie se você precisa mesmo realizar isso hoje ou pode postergar. Bom dia!

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