A quinta-feira para os grandes também não foi das melhores. Para Ronaldo Souza, gerente comercial da Sapatoterapia, já era previsto que esta seria uma feira menor e de baixo movimento. “Tivemos vendas, claro. Nossos clientes são bem fidelizados e quem visitou a feira foi ao nosso estande, mas, se compararmos com as outras edições, esta está aquém”.
A Sapatoterapia ainda não fechou o número de vendas, mas acredita que será de 30 a 40% menor do que no ano passado, quando a empresa comercializou 40 mil pares.
Paula Gomes, diretora da Impec, também viu o número de clientes cair no seu estande, mas a culpa, de acordo com ela, não é da Francal. “Neste ano, participamos de outro eventos e, em todos, meu movimento foi até 50% menor do que no ano passado”.
Tamer Hajel, diretor da Francajel, também se queixou do baixo movimento em seu estande na Francal. Segundo ele, a queda no número de visitantes e compradores é do momento econômico enfrentado pela economia do país. “Os expositores precisam estar na feira para mostrar seus produtos, mas não estamos visualizando aqui uma margem boa de pedidos para levar à fábrica”, disse.
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