As melhores lições aprendem-se nas derrotas


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O assunto da semana foi o vexame que a Seleção Brasileira sofreu, ao ser massacrada pela representação alemã, por goleada de 7 gols a 1, que ficará eternizada na história do futebol. Não vamos nos aprofundar em análise técnica, já exaustivamente comentada por toda a mídia, mas aproveitar a derrota para traçar um paralelo com os revezes que sofremos na vida, e que podem nos ensinar a levantar e dar a volta por cima. Já dizia um antigo comandante, que um verdadeiro guerreiro sabe que ao perder uma batalha, está melhorando sua arte de manejar a espada. Saberá lutar com mais habilidade no próximo combate. No futebol, os comandantes devem ter aprendido que faltou um grande líder em campo, experiente o suficiente para comandar uma reação no momento em que o grupo sofreu aquele apagão, batendo cabeça como baratas tontas, aceitando passivamente o ataque adversário. Neste sentido, o Brasil precisa planejar, além da Seleção, nossos atletas e equipes que entrarão na disputa de medalhas nas Olimpíadas que o Rio de Janeiro vai sediar, para não ter que chorar mais uma derrota em casa. Assim como no futebol, na vida, é preciso entender que a única derrota que deve nos abalar é aquela com a qual não podemos aprender nada. A Copa chega hoje ao fim, mas outra importante competição terá sua finalíssima em outubro, com as eleições de nossos futuros representantes. Aí, nós é que formaremos a comissão técnica, escolhendo quem vai atuar no campo político, para não sofrermos mais uma goleada de decepções.

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