Com as camisas do Atlético-PR e do Fluminense sobre o caixão, o ex-atacante Assis foi enterrado, na tarde de ontem, no Cemitério Municipal Água Verde, em Curitiba, no Paraná.
Atual presidente do Fluminense, Peter Siemsen, também marcou presença no enterro e, inclusive, discursou. Antes, ele comentou sobre a perda e falou da convivência com Assis, que era funcionário do clube carioca:
“Convivi bastante com ele e ganhei um amigo. Uma pessoa que era de uma enorme simplicidade, uma simpatia, que atendia a todos e, ao mesmo tempo, vencedor. É o que a gente quer para o Fluminense, para o Brasil: pessoas simples, pessoas afáveis e pessoas vencedoras”, afirmou Peter Siemsen, que chegou a Curitiba ontem e foi direto para o cemitério.
O filho do jogador também discursou. Na sequência, um helicóptero sobrevoou o cemitério e jogou várias pétalas vermelhas.
O médico e diretor clínico do Hospital Vita, onde Assis faleceu, Luiz Fernando Kubrusly, informou que o ex-atacante sofria de uma doença renal crônica. Antes de ser internado, ele fazia um tratamento em casa chamado de ‘’diálise peritoneal domiciliar’. O processo é semelhante à hemodiálise. A diferença é que pode ser feito em casa, o que traz mais conforto para os pacientes em geral. Por conta disso, os riscos de infecção, conforme o médico, são mais suscetíveis. Assis ficou internado por 15 dias logo após adquirir uma dessas infecções.
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