“Fizemos um grande primeiro tempo. Depois conseguimos abrir 2 a 0, mas relaxamos e quase o pior acontece. Ser brasileiro é assim, sofrível”.
A definição é do francano Paulo Sérgio Souza. Ela retratou a história do que foi o confronto entre Brasil e Colômbia. Depois de um bom primeiro tempo, a seleção sofreu pressão na etapa final com o gol de pênalti do colombiano James Rodríguez. O olhar de cada francano ficou fixo nos televisores do Castelinho e do Bar Fran Fest. Com o apito do árbitro, a euforia foi geral.
A reportagem do Comércio da Franca acompanhou esses dois points da cidade. No Bar Fran Fest cerca de 600 pessoas lotaram o estabelecimento. O espaço foi tomado pelo verde e amarelo. A confiança do início do jogo foi redobrada com o gol logo aos seis minutos do zagueiro Thiago Silva. No ataque, o time criou chances para ampliar o marcador. Em cada lance, o torcedor se agitou com aplausos e mãos na cabeça.
O Brasil foi para os vestiários com 1 a 0 no placar. Mesmo com a vantagem, Giovana Camilo, que acompanhou a partida com amigos e familiares, esperava por um placar maior. “Jogamos muito bem o primeiro tempo e o 1 a 0 foi pouco”, disse.
Na etapa complementar, o Brasil viu a Colômbia se lançar ao ataque, mas aos 22 minutos conseguiu ampliar o marcador na cobrança de falta do zagueiro David Luiz. Com 2 a 0, o torcedor já dava como certa a classificação do time para semifinal. A emoção estava reservada para os minutos finais. Com o gol de pênalti de James Rodríguez, os ânimos dos torcedores no Castelinho ficaram à flor da pele. A cada lance de ataque do adversário, gritos de apreensão.
Joseane Borges e o seu filho Rafael foram retratos desta agonia. A tranquilidade e alegria só voltaram com o apito final do juiz e a vitória brasileira por 2 a 1. “Não esperava que seria tão sofrido assim. Acho que o Brasil vai chegar a decisão e ser campeão, pois o grupo está unido e demonstrou muita garra”, argumentou.
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