O prefeito Alexandre Ferreira disse que a manutenção da Prohab tem se tornado inviável por conta do desequilíbrio financeiro. “A gente tem pouco retorno e um custo fixo muito grande em relação ao trabalho da Prohab.”
Ele avalia que a empresa não é fundamental para a concretização de projetos habitacionais. “Conseguimos 1,3 mil casas sem depender da Prohab. Criamos a Central de Habitação, que vai facilitar o recadastramento e a vida das pessoas”. Apesar da afirmação e das conversas já mantidas com acionistas, Alexandre evitou falar em extinção. “A gente não tem ainda um estudo em relação a isso. Estamos vendo se a gente consegue viabilidade para a empresa.”
Em entrevista à rádio Difusora, ontem, o secretário de Planejamento, Nicola Rossano, admitiu que a lista, mantida na Prohab, de pessoas que estão há décadas na fila de espera não será levada em consideração para definir a entrega das moradias em construção. A antiguidade não consta dos critérios definidos pelo Programa Minha Casa Minha Vida.
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