Alguns dragões no cinema


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Há muitos dragões nas telas: voam, soltam fogo pelas ventas, destroem  povoados e grandes  cidades, mas também podem ser bons, amigos, compassivos, tolerantes
Há muitos dragões nas telas: voam, soltam fogo pelas ventas, destroem povoados e grandes cidades, mas também podem ser bons, amigos, compassivos, tolerantes
Depois de povoar a imaginação de muitos, os dragões aparecem na literatura. E dos livros pulam para as  telas. No cinema estão presentes também há muito tempo. O primeiro a aparecer num filme dedicado ao público infantil foi o Dragão Negro, em 1959. Talvez  os avós dos leitores do Clubinho se lembrem dele.  Era muito mau e vivia atormentando a Bela Adormecida. Outro  dragão vilão era  Smaug, de O Hobbit: dono de um grande tesouro roubado dos anões, armava-se com fel e fogo na defesa de seus bens, e ai de quem se aproximasse. 
 
No filme Como treinar seu dragão,1 e 2 sobre o qual falamos nas páginas  4 e 5, eles são muitos, mas um especialmente conquista as crianças. Trata-se de Banguela, que se  tornou  amigo do protagonista  Soluço e também seu companheiro de aventuras. Ele é um dragão do Bem.  Também do mesmo tipo é a personagem Saphira, do  filme  Eragon, que tem um amigo humano a quem protege e com quem partilha grandes  aventuras. Igualmente do gênero feminino, mas muito feroz, é o Dragão-Fêmea dos filmes Shrek, capaz das maiores malvadezas, desde colocar fogo em castelo até devorar princesas. 
 
Muito corajoso é Mushu, do filme Mulan: pequeno e aparentemente frágil, ele encara qualquer perigo para manter  em segurança uma grande amiga durante um período de guerra que os humanos enfrentam. Torna-se  na história o símbolo da coragem.  Já Eustáquio, de As Crônicas de Nárnia: Viagem do Peregrino da Alvorada, que nasceu medroso e assim permaneceu por muito tempo, passa por uma situação que o leva a se tornar um superdragão  capaz de enfrentar muitos perigos.

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