Enquanto os bares de Franca estiveram lotados na tarde de ontem, o restante dos estabelecimentos da cidade esteve praticamente vazio. Apenas os trabalhadores que não puderam deixar seus postos ocupavam pontos como o Pronto Socorro “Álvaro Azzuz” e uma funerária. Em meio ao jogo, eles continuaram as atividades.
Na recepção do PS, as cerca de 20 pessoas presentes aguardavam ansiosas o guarda civil ligar a televisão por volta das 16 horas de ontem. “Está sem espera. Estas pessoas aqui na recepção são parentes esperando os pacientes que estão sendo atendidos”, disse uma recepcionista do local que pediu para não ter o nome divulgado.
O agente funerário Marcelo Henrique Salomão colocou um televisor na recepção do estabelecimento para assistir ao jogo da seleção canarinho. “Não podemos fechar, mas adiantei todo o serviço para poder assistir”, disse.
Na contramão do restante da cidade, o dono de uma bicicletaria, Eliel Felipe, não tinha ao menos um televisor para assistir ao jogo. “Não gosto de jogo, então aproveito para adiantar o serviço. No jogo passado dois clientes vieram aqui. Prefiro não fechar”, comentou. (Leia mais sobre o jogo nas páginas 4H e 5H)
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