Uma criança de três anos foi encontrada no sábado, 14, em um bar na cidade de Cajati, no Vale do Ribeira, litoral sul de São Paulo gravemente ferida. A família havia relatado à polícia que a criança tinha caído da escada, e ela chegou a ser levada ao hospital, mas não resistiu. Ontem,16, após suspeita levantada pela avó da criança, o padrasto assumiu que espancou a criança até à morte.
A mãe da criança, que havia inventado a versão da escada, trabalhava no bar para pagar sua estadia em um dos quartos do estabelecimento. Isso contou a proprietária, mas o local é investigado por ter sido denunciado como suposto prostíbulo.
A família da criança já havia percebido as marcas de agressão e denunciou para o delegado responsável pelo caso. Ao colher depoimento de mãe e padrasto separados, o homem acabou confessando o crime.
Os dois contaram versões diferentes para o crime. Enquanto a mãe culpa apenas o padrasto, Erik Leite de Carvalho, o homem relatou que a mulher o ajudou a bater na criança e que a sessão de espancamento só parou quando a criança não chorava mais.
As investigações continuam e ainda se espera o laudo pericial que comprovará se além das agressões, se a criança sofria abusos sexuais.
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