EXECUTADO NO AEROPORTO


| Tempo de leitura: 2 min
Parabéns à repórter Tarissa Esteves. Excelente matéria. Infelizmente, ao tratar de vida e de morte demonstra como as pessoas estão se tratando, a inversão de valores familiares, o valor da vida sendo cada vez menos importante, e os jovens seguindo exemplos ruins ao invés dos bons. Pior ainda: são influenciados por pais que deveriam dar exemplos dignos e boa formação educacional. Volta a repetir: espetacular narrativa, excelente matéria! (Leia em http://www .gcn.net.br/noticia/254217/franca/2014/06/jovem-de-20-anos-e-executado-no-jd-aeroporto-iii).
Valdênio
Franca - SP
 
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Notícia triste, não só pela morte do jovem, mas por revelar a que ponto chegamos. Mostra como a pessoas já não se chocam facilmente. Crianças crescem vendo (e muitas vezes sofrendo) todo tipo de violência e passam a achar tudo normal. E não são preservadas nem pelos próprios pais, que têm essa responsabilidade. É realmente muito triste.
Keity
Franca - SP
 
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Impunidade, descaso, comportamento humano auto-destrutivo e, principalmente, falta de ação dos governantes estão transformando esse tipo de cena em evento comum. A barbárie reina nesse nosso mundo de correria sem rumo e tomado por drogas, com uma escala de valores dilacerada todos os dias. Espantoso cotidiano...
André Luís
Franca - SP
 
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Não acho que o bairro Aeroporto seja o problema. Ocorrem assassinatos no Leporace, no Paulistano, no Brasilândia e em muitos outros. No entanto, é só falar no Aeroporto que todos falam que o bairro é horrível, que ‘Deus me livre do Aeroporto’. As pessoas, hoje em dia, acham comum e legal presenciar crimes. A narração do crime, repleta de detalhes mostra o choque de realidade. Há pais que permitem que seus filhos vejam. Lamentável o que se tornou a sociedade. Que Deus conforte o coração dos familiares do rapaz e que os assassinos sejam presos para que justiça se faça.
Ísis
Franca - SP
 
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Acho que a matéria não deveria ter tantos detalhes. Moro no Aeroporto há 19 anos, minha mãe, há 36 anos. Amo o bairro e não o trocaria por nada. O que houve, pode acontecer em qualquer lugar. 
Michelle
Franca - SP
 

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