Já que não se fala em outra coisa se não na Copa do Mundo, vamos entrar nesse campo, palpitando sobre o evento e suas consequências. Quando o Lula quis sediar a Copa, o povo concordou, mas depois, quando começou a perceber a gastança com o dinheiro público, na construção e reformas caríssimas de arenas, veio a onda de protestos, principalmente por ser um país onde faltam bons hospitais e o mínimo em assistência médica, não se conta com boas escolas públicas e professores são mal remunerados, sem contar a insegurança. Saber ainda que não era necessária uma dúzia de estádios, mas apenas oito, indigna. A vontade de fazer média com as mais distantes regiões do país, levou a essas bilionárias construções, que depois da Copa dificilmente verão uma lotação para seus jogos regionais. Os EUA, quando sediaram a Copa, apenas adaptaram seus estádios e pronto. Mas aqui, temos mais dinheiro para gastar, não é? Bem, mas agora, como disse o comunicador Fausto Silva, precisamos esconder a sujeira debaixo do tapete, receber bem os visitantes, fazer a alegria do povo com vitórias em campo, e depois sim, pensar numa outra Copa, em formato de urna eletrônica, fazendo o mais adequado, silencioso e necessário protesto. Aqueles que julgarem que tudo deve continuar da forma que está, que digam através de seu voto. Assim como os que clamam por mudança na maneira de governar o país devem gritar isso com seu voto consciente. Este sim, será o protesto sem anarquia e pra valer. Aí é que vamos ver.
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