Após ameaças, Paloma é transferida para Tremembé


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Paloma Bastos em imagem de arquivo. Ela foi ameaçada por outras presas da cadeia francana
Paloma Bastos em imagem de arquivo. Ela foi ameaçada por outras presas da cadeia francana
A aposentada por invalidez Paloma Martins de Bastos, 43, acusada de matar uma idosa no último dia 7 de março, foi transferida ontem para o Complexo Prisional de Tremembé (SP), no Vale do Paraíba. Os motivos da transferência não foram divulgados, mas, segundo funcionários da cadeia do Guanabara, em Franca, a medida teve como objetivo preservar a integridade física de Paloma.
 
“Ela vivia isolada no ‘seguro’ (cela separada do pavilhão ocupado pelas presas comuns) devido à ameaça de morte”, disse um dos carcereiros que pediu para não ser identificado. Paloma foi agredida pelas outras presas e precisou ser isolada. A única companheira era a diarista Gislaine Cristina Miguel, 36, do Jardim Centenário. Gislaine também foi ameaçada por ter assassinado no dia 25 de setembro do ano passado, o pai, trabalhador rural aposentado José Roberto Miguel, 60.
 
Paloma ficará em uma cela isolada para adaptação por prazo indeterminado. Posteriormente, ela se juntará à presas que ficaram conhecidas em todo o País, como Suzane von Richthofen, que matou os pais em São Paulo, em 2002.
 
Crime macabro
Paloma matou a facadas, no dia 7 de março, a aposentada Ana Cecília Macedo, 69, no Riviera. Na manhã daquele dia, ela resolveu matar o ex-amante e a mãe dele. Como não os encontrou em casa, atacou a mulher que residia na casa dos fundos. Ana, supostamente, teria participado de um “ritual de exorcismo” que tinha Paloma como alvo.
 

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