Reunir familiares e amigos para assistir aos jogos é boa alternativa, mas é fundamental saber se algum convidado está doente, mesmo com gripe fraca. Se estiver, é preciso avisar que o bebê não tomou todas as vacinas e contato com qualquer vírus pode ser perigoso. Não há problema se alguém pedir para segurar o bebê, desde que com mãos bem lavadas. Use álcool em gel e coloque a culpa no pediatra que lhe pediu para as visitas higienizarem bem as mãos. Boa ideia é ter na entrada do quarto do bebê.
Se resolver ir a lugares públicos, evite cantos muito fechados ou de grande circulação. O país vai receber turistas e, com eles, novos e diferentes vírus e bactérias. Lugares fechados parecem seguros, mas não são. Deve levar seu recém-nascido. Pergunte ao pediatra.
Durante a amamentação, não é boa jogada ficar em frente à telinha. Mamãe e bebê precisam, e devem, ficar a sós. Tente programar as mamadas de forma que aconteçam antes, no intervalo, ou depois das partidas. Não se esqueça que o soninho do bebê é sagrado: o meio da torcida não é o melhor lugar para uma criança descansar. Lembre-se que haverá muito barulho do lado de fora — fogos de artifício a exemplo — e que pode assustar o pequeno. Converse de novo com o pediatra: protetores auriculares? Janelas vedadas?
Escolha produtos e acessórios para brincar com os bebês durante o jogos. Cuide para que não sejam feitos de produtos tóxicos. Não pinte a pele de bebês de até um ano de idade! Eles desenvolvem alergias com muita facilidade. Torcedores mirins devem sempre ser hidratados com muita água e sucos. Alimentação? Frutas e legumes são ótimos. Aproveite a emoção dos jogos para brincar com a criançada. Mesmo recém-nascidos se divertem com a alegria e diversão de seus papais e cuidadores, seja pulando e cantando em tom moderado.
Keila Cristiuma
Especialista da Sempre Materna, empresa de cursos para gestantes, mamães, bebês, cuidadores e vovós
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