A Prefeitura informou no início da noite de ontem que irá abrir uma sindicância para apurar possíveis irregularidades no atendimento ao frentista Jean Carlos da Silva, 39. O Executivo também levará o caso para averiguação pela comissão de ética médica e ao CRM (Conselho Regional de Medicina).
Jean morreu no sábado, 31, depois passar pelo PS “Álvaro Azzuz” na sexta, 30, e ser liberado com diagnóstico de “crise de ansiedade”. Segundo a família do paciente, ele estava com fortes dores no peito quando procurou atendimento. “Mediram a pressão e viram que estava alta. Quando deram os remédios, ele piorou muito. Então chamei ajuda e pedi para os médicos fazerem exames”, disse a mulher do paciente, Karina Fagundes, 35.
O frentista foi liberado na tarde de sexta. “Tentei marcar consulta com um médico particular ainda para sexta, mas só consegui vaga no sábado”, disse Karina.
Jean passou mal na manhã do dia 31 e morreu a caminho da Santa Casa. O corpo do frentista passou por perícia no IML (Instituto Médico Legal), cujo resultado fica pronto em 30 dias.
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