O Sindicato dos Servidores Públicos do Município ingressou com representação na Câmara, ontem, denunciando o diretor-geral, José Antônio Lomônaco, por assédio moral. É o segundo procedimento interno do tipo movido contra o advogado em menos de uma semana. Ele assumiu o cargo dia 16 de abril.
Na segunda, um grupo de trabalhadores da Câmara ingressou com representação na Comissão de Corregedoria requerendo a exoneração de Lomônaco por “abuso de poder, desvio de finalidade e escandaloso assédio moral”. No documento, eles detalham casos de suposta postura autoritária e abusiva do diretor. “As condutas desvairadas constrangem, pressionam, aterrorizam, humilham e denigrem os servidores”, diz o texto.
Ontem, foi a vez do sindicato da categoria também entrar na briga. “Conversamos com os servidores e constatamos que o problema está acontecendo e é sério. A Câmara precisa tomar uma providência com urgência”, disse o presidente da entidade, Fernando Nascimento.
Na terça-feira, o diretor-geral se defendeu das acusações. “Não sou assediador. Estou aqui para cumprir a lei. Alguém precisa falar não.”
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