A ternura das memórias familiares de Maria Aparecida Rebêlo Novelino - parceira na fundação do Educandário Pestalozzi ao lado do marido, Tomás Novelino, há 69 anos - toma conta da mostra As 100 Primaveras de Aparecida, em exibição até às 22 horas desta sexta-feira, no ginásio da unidade I do Pestalozzi. ‘No dia 8 de maio, dona Aparecida completaria cem anos de vida’, conta a diretora de Eventos e Marketing da instituição, Carmelita Victor Spreen. ‘Então escolhemos objetos muito pessoais que ajudam a contar a história dessa mulher incrível.’
Nas fotos do local, o visitante tem a oportunidade de reviver momentos de sua juventude e maturidade, conhecendo-a como mãe, professora, mulher e cidadã atuante; facetas da personalidade de Aparecida.
Nascida em Ribeirão Preto, ali se formou professora e conheceu a doutrina Espírita. Em 1935, teve seu caminho cruzado por Tomás Novelino, médico com quem se casou no ano seguinte e teve cinco filhos.
Já em Franca, Aparecida vivenciou o episódio que modificou sua trajetória: ao saber de uma expulsão escolar motivada por discriminação religiosa, juntou-se ao marido na criação de uma escola que respeitasse a liberdade religiosa, dando início à Fundação Educandário Pestalozzi.
Essas e outras histórias são encontradas na exposição, gratuita e aberta ao público, que integra a 2ª edição da Bienal Cultural Pestalozzi.
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