O plenário da Câmara vai pegar fogo na manhã desta quinta-feira. Haverá gente queimada e intoxicada. O desespero por socorro será grande. Viaturas dos bombeiros serão chamadas para apagar as chamas e resgatar feridos. O resgate contará com 20 homens. Ruas serão interditadas e um posto médico e de comando será montado para os primeiros atendimentos e definir estratégia de ação. Apesar do aparato, é possível que tenha vítima fatal.
Mas, não há motivos para preocupações. O incêndio fará parte de um simulado. “O objetivo é simular a ocorrência próximo da realidade para que a gente possa treinar nossos procedimentos operacionais e ver as dificuldades. Treinamos para que, se tiver situação real, a gente possa intervir de forma satisfatória”, disse a tenente Sandra.
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Ditadura: Meu telefone tocou às 8h19 de ontem. Era o vereador Márcio do Flórida (PT). Relatou supostos casos de assédio moral praticados contra servidores da Câmara pelo diretor-geral José Antônio Lomônaco, que mandou e-mail para um grupo de funcionários dando prazo de duas horas para explicações sobre o vazamento, a este colunista, do pedido que fez para usar o carro oficial sem motorista em São Paulo. “Eventual divulgação deste conteúdo ensejará responsabilização penal e funcional”, ameaçou. Lomônaco determinou (com letras em caixa alta) que toda correspondência seja entregue a ele, que decidirá sobre a conveniência, ou não, de inserir no SGL (Sistema de Gestão Legislativa, de livre consulta ao público na internet).
A medida fere projeto aprovado pela Câmara em 2012 e que torna obrigatória a publicação de portarias internas no site oficial. A proposta foi apresentada pelo então presidente Valter Gomes para acabar com atos secretos e garantir transparência. Lomônaco também é acusado de exigir das advogadas que façam serviços que não são de suas atribuições, sob pena de mover processo por “insubordinação”. Na última sessão, elas conseguiram assinaturas de apoio de todos os vereadores, menos Jépy, é claro. “Com certeza, usarei a tribuna para detalhar as graves denúncias. Não aceitaremos assédio nem censura. Vivemos na era da transparência pública e não deve existir informação secreta”, afirmou Márcio do Flórida.
Presidente da Comissão de Corregedoria, Daniel Radaeli (PMDB) afirmou que comprará a briga dos servidores e que não admitirá o retorno dos atos secretos. “A lei de acesso à informação tem que ser respeitada. Não estamos mais na ditadura. Na Câmara não há espaço para censor.”
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Padrão Alexandre: Sob a alegação de que a contratação é necessária para garantir o atendimento na Saúde e acabar com o sofrimento da população, os vereadores digeriram projeto em regime de urgência e autorizaram a Prefeitura a contratar cem servidores temporários. Da relação, constam dez escriturários e 15 ajudantes-gerais. Não há um único médico.
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É preciso dar um basta: Rei das homenagens, Pastor Otávio (PTB) batizou nova creche terça-feira. Levou familiares, exibiu imagem da homenageada no telão e tirou fotos com os convidados. Reconhecimento justo. Não há o que se discutir. O problema é que a creche não existe. Deve ser construída um dia.
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Boicote: Valéria Marson (PSDB) divulgou 44 indicações que fez ao prefeito este ano, e que não foram atendidas, entre elas, a que pedia reparo de goteira no teto de sala do colégio Champagnat.
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Roeu a corda: Alexandre não cumpriu a palavra com os professores. Mas o acordo com a São José segue firme. E Adérmis continua acreditando que o prefeito será reeleito no primeiro turno...
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Edson Arantes
jornalista - edson@comerciodafranca.com.br
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