Na segunda edição da Bienal Cultural Pestalozzi, a fundação de ensino promove uma maratona educativa com feira de livros, exposições artísticas, oficinas culturais, espetáculos musicais e palestras sobre os mais variados temas. A programação, que segue até o dia 25 de maio, será encerrada com o Circuito Saúde, uma caminhada de ida e volta ao Shopping do Calçado, com largada no ginásio Pestalozzi, às 7h30.
“Para comemorar os 69 anos do Pestalozzi, estamos fazendo uma gincana filantrópica entre os alunos”, disse o diretor da unidade I do colégio, Almir Barbosa de Oliveira. “No último ano, tivemos mais de 2,5 mil participantes e arrecadamos 6 toneladas de alimentos que foram, posteriormente, distribuídas entre entidades assistenciais de Franca”, completou a diretora de Marketing e Eventos, Carmelita Victor Spreen. As atividades promovidas fora do Pestalozzi ou em horário noturno são abertas à comunidade de forma gratuita.
Em um ano marcado por manifestações sociais, reivindicações políticas e calendário eleitoral, o Pestalozzi preparou um ciclo de palestras voltado para a discussão política. De acordo com Oliveira, a intenção é preparar o olhar crítico dos jovens votantes. “É importante politizar nossos alunos. Nas eleições passadas, somente 4,5% dos jovens quiseram votar. Inclusive, o Júnior (Corrêa Neves Júnior, diretor-executivo do GCN) vem amanhã (hoje) para falar sobre isso (na palestra Vale a Pena Votar?). Esperamos que ele seja muito feliz em tocar esses jovens para que neles despertem a consciência do voto, da importância de escolher nossos futuros representantes.”
Dentre as atrações artísticas abertas à visitação está a exposição As Cem Primaveras de Aparecida, que celebra o centenário da saudosa Aparecida Ribeiro Novelino, mulher de Tomás Novelino, fundadores da instituição de ensino. “Aparecida teria completado 100 anos no dia 8 de maio. A exposição está linda: pegamos objetos de sua casa muito pessoais, como o bercinho de suas crianças. Nessa exposição, contamos a trajetória dela, junto ao doutor Tomás, na fundação do Pestalozzi”, ressaltou Carmelita.
Para os jovens, toda essa diversidade de linguagens é vista como uma abertura de portas para seus caminhos. “É interessante o Pestalozzi abrir oportunidades para nós, os jovens, descobrirmos o que queremos fazer quando chegar a hora do vestibular. Quando o Pestalozzi traz livros, oficinas e palestras, é um meio de nos preparar para o futuro”, disse o aluno do 9º ano Henrique Faleiros, de 13 anos.
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