Loane Maranhão Silva Thé, 32, escrivã da Polícia Civil, foi morta a facadas enquanto colhia depoimento do gari Francisco Alves Costa, 43, acusado de abusar e estuprar as filhas de 17 e 20 anos, em Caxias, no Maranhão.
A mulher ficou sozinha com o acusado em uma das salas da delegacia para colher o depoimento, quando Francisco tirou uma faca escondida na roupa e a atacou. Ao ouvir gritos, a investigadora Marlene Almeida, tentou conter o agressor e também foi atacada com golpes de faca. Ela está internada no Hospital Regional de Caxias.
Loane chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu antes mesmo de dar entrada no hospital. Francisco conseguiu fugir, mas foi preso próximo à rodoviária de Caxias e autuado em flagrante. “Ele não sabia que tinha sido denunciado pelas duas filhas e quando foi informado da ocorrência contra ele puxou a faca da calça e esfaqueou a escrivã”, disse Jair Paiva, superintendente da Polícia Civil do Interior.
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