Parques e praças tomados pelo lixo dominam em Franca


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Entorno do parque alagável ‘Wilson Ferreira Silva’, no Jardim Santana, possui alambrado tomado pelo mato e furos que dão acesso a usuários de drogas e marginais ao interior da mata
Entorno do parque alagável ‘Wilson Ferreira Silva’, no Jardim Santana, possui alambrado tomado pelo mato e furos que dão acesso a usuários de drogas e marginais ao interior da mata
Mato alto, animais peçonhentos, lixo espalhado e bancos quebrados são apenas algumas das reclamações de moradores que vivem nos arredores de praças e parques de Franca. De acordo com eles, a falta de manutenção e fiscalização desses lugares tem ocasionado problemas ainda maiores dos que os citados. “Falta luz e por ali ficam vândalos e pessoas fumando maconha”, disse o estudante Donizete Filho, que reside próximo ao parque alagável do Jardim Santana. “Há pouco tempo invadiram a loja da Havan utilizando esse matagal ao fundo”, completou. Segundo os moradores, a Prefeitura já foi chamada ao local diversas vezes, mas só há poucos dias apareceu. Na tarde da última terça-feira, um trator fazia a limpeza de uma das áreas do parque. 
 
Situações de quase abandono foram relatadas por francanos de diversos bairros, como Consolação, Bueno, Estação e Pinhais. Em comum, além do sentimento de insegurança causado pela pouca iluminação, mato alto e presença de usuários de drogas, havia o fato de que, há pelo menos 20 dias, os locais teriam recebido a visita da Prefeitura. “Semana passada varreram aqui, mas amontoaram o lixo e não recolheram. É sempre assim”, disse a auxiliar de cozinha Michele Alves, que trabalha nas proximidades da praça do Consolação. “A praça estava mal cuidada, abandonada mesmo. E os maconheiros ficam aqui fazendo bagunça Ainda está suja, mas esteve pior”, completou o aposentado Pedro Calandro.
 
O Comércio procurou o secretário de Serviços e Meio Ambiente, Ismar Tavares, para saber como é realizada a manutenção, mas, até o fechamento desta edição, não obteve resposta.

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