O primeiro caso de raiva animal constatado em Restinga este ano gerou alarde na população. A confirmação foi feita há algumas semanas, com a morte de um bovino da Fazenda Boa Sorte.
Mesmo tratando-se uma doença fatal e transmissível a humanos, o veterinário do escritório de Defesa Agropecuária de Franca, Guilherme Andrade, explica que não há motivos para pânico. “Todos os anos registramos casos de raiva animal na região, mas a incidência é baixa. Além do mais, o gado não é considerado vetor da doença. O vírus morre junto com ele e não tivemos casos em humanos.”
Ainda de acordo com o veterinário, quando casos do tipo são detectados, todas as pessoas que tiveram contato com animal são encaminhadas ao serviço de saúde da cidade como medida preventiva ao contágio. Também como medida preventiva, a Defesa Agropecuária realiza todo um trabalho de controle dos morcegos hematófagos, o que diminui a incidência de transmissão da doença. Quem souber a localização de abrigos desses animais deve entrar em contato pelo telefone (16) 3724-1188.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.