O vizinho (Geraldo) tem razão. É igual bar de periferia. Ficam vendendo a droga da cerveja psicoativa e diurética, e os dopados, embriagados, vão urinar e defecar nas casas vizinhas, desvalorizando imóveis próximos. Todas essa idolatria, comércio dentro da igreja gera impactos negativos, perturbação com algazarra, gritaria, vozerio, som etc. Tem igreja que concorre com botecos, apresentando os mesmos atrativos pagãos. (...).
Carlos
Franca - SP
***
Meu sogro é vizinho da igreja de Santa Rita. Estive na quermesse no final de semana e não vi qualquer abuso, e a festa não incomodou meu sogro. Reúne famílias e jovens em passatempo saudável. Os organizadores tomam providências legais, inclusive, com presença da Polícia Militar. Penso que o senhor Geraldo (Reche), que reclamou em boletim de ocorrência, tenha maior sensibilidade auditiva, mas, privar toda a comunidade de lazer saudável por causa de sensibilidade individual não é sensato. Quanto ao leitor Carlos, não dá para comparar quermesse de igreja com crime de tráfico! (Leia aqui).
Alexandre César Lima Diniz
Franca - SP
****
Eu trabalho na festa. A música não é alta, o leilão termina à meia-noite. Há sanitários, e não são químicos, mas ligados à rede! Se alguém urina na calçada, não são dos frequentadores da festa. Não fosse a quermesse, a creche cuidada pela comunidade de Santa Rita passaria necessidades, e mais duas capelas não estariam sendo construídas. No domingo, fomos dos últimos a sair, e, meia-noite, já estávamos em casa.
P.
Franca - SP
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.