S. João de Beverley


| Tempo de leitura: 2 min

“João” quer dizer “Deus é misericordioso”João de Beverley, bispo de Iorque, nasceu emHarpham, povoado de Yorkshire. Jovem ainda ingressouno mosteiro de Kent, dirigido pelo abade. S.Adriano Cantorbery. Retornou ao país e ingressouna abadia de Whitby, governada por S. Hildo, ondese fez beneditino. Mesmo depois de ter sido bispode Hexham, S. João de Beverley manteve-se fiel àspráticas contemplativas, retirando-se para lugaresem que pudesse ficar em silêncio e refazer suasforças espirituais. Ao morrer S. Bosa, foi feito bispode Iorque e fundou o mosteiro de Beverley, parahomens e mulheres. Idoso, renunciou o bispado emfavor de S. Vilfrido e passou o resto da vida no silênciodo mosteiro de Beverley. Morreu no dia 7 demaio de 721. S. Beda, seu contemporâneo, em suaHistória eclesiástica, fala com unção da vida e dasobras de S. João de Beverley, cujo culto não foi pequenona Inglaterra católica.OraçãoDa cura do cegoDeus, nosso Pai, Jesus curou o cego de nascença (cf.Jo9,1ss) - curai também hoje a nossa visão interior. Sois aLuz dos homens - possamos ver os sinais do vosso amoroperante. Sois a Vida - regenerai-nos e fortalecei-nos.Sois o Deus-conosco - socorrei o nosso espírito e omundo necessitado de paz. Sois o Caminho (cf. Jo 14,6) -guiai nossos passos errantes. Caminhastes com os desanimadosdiscípulos de Emaús (cf. Lc 24,13ss) - velaipor nós que também tateamos pelas estradas do mundo,tantas vezes sem abrigo de alma e de corpo, deserdadosda paz e de todo bem. Vós que curastes o possesso deCarfanaum, a sogra de Pedro, o leproso, o paralítico, ohomem de mão seca, o servo do centurião, o filho daviúva de Naim, a filha de Jairo... (cf.Lc - 7,11), sede oMédico de nossas almas (cf. Lc 7,1ss). Curai nosso olharsem graça, impiedoso, triste, condenatório, inquisidor.Curai nossa vida sem sentido e sem esperança. Sois verdadeiramentehomem e verdadeiramente Deus - dai-nosfome e sede de humanidade e de compaixão divina. Vósque expulsastes o demônio mundo (cf. Lc 4,31ss) - desatainossa língua para que expulsos sejam os demôniosque nos habitam e proclamemos a paz, a esperança, aretidão de vida, os sonhos e promessas já e ainda nãocumpridos.Os cinco minutos dos santos/ J. Alves.São Paulo: Editora Ave-Maria, 2002

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários