Com a vitória no segundo duelo contra o Paulistano, na capital, e empate na série de quartas de final em 1 a 1, o time francano pensava em finalizar o playoff nos dois jogos no Poliesportivo. Porém, o Vivo/Franca tropeçou na “armadilha” do rival e nos próprios erros. No jogo 3 da série, o time de Lula Ferreira sucumbiu em casa diante do Paulistano, domingo, por 81 a 71.
Com o resultado, o Paulistano fez 2 a 1 na série e, com mais um triunfo, garantirá vaga na semifinal do NBB. Para o Vivo/Franca só a vitória interessa neste quarto confronto. O clube precisa vencer o duelo às 19 horas, novamente em seu domínio, para forçar o quinto e decisivo confronto.
Na partida de domingo, o Paulistano adotou uma forte marcação sobre o pivô Paulão Prestes como estratégia para conter o adversário. A mesma postura foi adotada em relação a Figueroa e Jhonatan. Sem conseguir sair da marcação e com erros no terceiro quarto, o time francano se irritou em quadra. O Paulistano aproveitou o momento para abrir vantagem e consolidar a vitória no fim.
O ala/pivô César, do Paulistano, deixou o banco de reservas para ser o cestinha do confronto. O jogador converteu 22 pontos, com aproveitamento de 81,5%. O norte-americano Holloway foi outro destaque da equipe, com 17 tentos. Pelo lado do Vivo/Franca, mesmo bem marcado, o pivô Paulão Prestes anotou 17 pontos.
Franca começou mal a partida e viu o adversário abrir uma vantagem de dez pontos (11 a 1). Lula corrigiu os erros e, liderado por Figueroa, o time empatou na metade do quarto. A igualdade seguiu no fim do primeiro período: 26 a 26. No segundo quarto, o clima esquentou entre os pivô Paulão, do Vivo/Franca, e Labbate, do Paulistano. Os dois se estranharam em quadra e receberam punições da arbitragem. O rival fechou o período em 22 a 21 e o primeiro tempo em 48 a 47.
Na volta do intervalo, Franca errou em demasia. Lucas Mariano e Paulão desperdiçaram lances livres. O time não conseguiu dominar o rival e viu o Paulistano fechar em 14 a 9 (56 a 62). No tempo final, o Vivo/Franca tentou esbouçar reação. O adversário respondeu com bolas de longa distância de César e Dawkins. Vitória do visitante por 19 a 15 e, na partida, por 81 a 71.
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