A triste violência até entre garotas


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Dia desses, vendo na televisão, num desses programas policiais, uma briga envolvendo duas adolescentes, voltei aos meus tempos de escola, no velho IETC, onde cursei do primeiro ano primário ao terceiro científico, e fiquei pensando nas diferenças de comportamento. Antes, eram apenas os meninos que marcavam para decidir alguma questão na saída, do lado de fora da escola, evitando até de aparecer algum inspetor ou zelador e levá-los à diretoria. E depois de algumas trocas de socos, a plateia de colegas separava os dois e tudo ficava ali mesmo. No dia seguinte os dois já estavam conversando. Garotas só batiam boca e raríssimas vezes vi uma briga feminina, e quando isso acontecia, eram alguns puxões de cabelos e pronto. Já o que vimos na televisão foi uma garota de seus 14 ou 15 anos, dando uma daquelas “voadoras” nas costas da colega que estava sentada na carteira. Em seguida, vieram socos e pontapés, numa violência que parecia uma briga entre dois homens adultos. E não se importaram nem um pouco quando chegou a inspetora para separá-las. Fiquei pensando: Será que tiveram exemplo daquela atitude em casa, ou seria na rua, ou ainda na televisão, vendo essas lutas de vale tudo, que servem mais de incentivo à violência. É claro que não são todas as mulheres que se portam assim, e por isso se diferenciam, por suas atitudes, que fazem elas se tornarem interessantes ou desinteressantes. Os homens não gostam de mulher vulgar, preferindo escolher como companheira aquela mais discreta, educada e fina. É bom que elas reflitam sobre isso. 

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