O sapateiro Neyber Júnior Rosa, 22, que residia na rua Aracaju, no Jardim Brasilândia, em Franca, foi enterrado ontem à tarde no Cemitério Jardim das Oliveiras, com trabalhos da funerária Nova Franca. Amigos e familiares acompanharam o supultamento que foi marcado por muita dor.
O rapaz morreu na noite de quinta-feira 19, vítima de um grave acidente de trânsito no Residencial Amazonas. Rosa pilotava uma moto Honda CG 150 Fan, 2013, preta, pela avenida Rio Negro, quando passou direto pela avenida das Seringueiras, bateu no muro de proteção do córrego dos Bagres e despencou junto com o veículo em seu interior. O desastre ocorreu por volta das 18 horas. A Polícia Militar não conseguiu arrolar testemunha no local dos fatos.
O rapaz morreu na noite de quinta-feira 19, vítima de um grave acidente de trânsito no Residencial Amazonas. Rosa pilotava uma moto Honda CG 150 Fan, 2013, preta, pela avenida Rio Negro, quando passou direto pela avenida das Seringueiras, bateu no muro de proteção do córrego dos Bagres e despencou junto com o veículo em seu interior. O desastre ocorreu por volta das 18 horas. A Polícia Militar não conseguiu arrolar testemunha no local dos fatos.
A reportagem do Comércio, com base em informações de populares e familiares, apurou que o jovem sapateiro voltava de uma partida de futebol com colegas da Calçados Mariner, onde trabalhava. Ele seguia com sua moto pela Rio Negro, sentido bairro São Joaquim ao Residencial Amazonas. Ao chegar na avenida das Seringueiras, ele deveria convergir à direita, mas não o fez. Rosa cruzou a movimentada avenida, bateu no muro de proteção do Bagres e despencou, junto com a moto, no interior do córrego.
A UR (Unidade de Resgate) e a Unidade de Salvamento do Corpo de Bombeiros foram acionadas para atender a ocorrência. As equipes constataram que o estado de saúde do jovem era grave. Ele tinha várias lesões internas. Retirado do interior do córrego, Rosa foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu menos de duas horas depois do desastre, na Santa Casa.
Os soldados César e Douglas, do Pelotão de Trânsito da PM, estiveram no local dos fatos. Através de pesquisa foi constatado que a vítima não era habilitada para dirigir veículos. A moto foi recolhida.
Familiares afirmaram que Rosa teria sido vítima de um mal súbito em razão de problemas que tinha com crises de ausência (lapso de consciência em que a pessoa para o que está fazendo). “Ele fez tratamento, ficou mais de um ano sem nada, mas voltou a apresentar a mesma crise recentemente. Tanto é, que ele não andava mais de moto. Só pegou hoje (ontem), por que depois do serviço foi jogar bola com os colegas”, disse um primo à reportagem.
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