Os agentes de segurança da Fundação Casa decidiram ontem em assembleia que vão continuar em greve até o dia 23 de abril, data do julgamento do dissídio. A proposta apresentada na audiência de tentativa de conciliação realizada no TRT (Tribunal Regional do Trabalho), em São Paulo, foi rejeitada. A proposta era de que a categoria suspendesse a greve e voltasse a negociar. Os trabalhadores disseram não.
A categoria reivindica 23,67% de reajuste salarial, aumento do vale-refeição e, principalmente, mais segurança e melhores condições de trabalho. A Assessoria de Imprensa da Fundação Casa informou que neste ano propôs, entre outros itens, reajuste salarial de 3,97% e reposicionamento por ajuste de curva de 2,20% e conversas permanentes sobre as questões de segurança nas unidades.
Segundo o diretor do Sitraemfa (Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência e Educação à Criança ao Adolescente e à Família do Estado de São Paulo), Allan Márcio, os trabalhadores querem mais e vão esperar o julgamento do dissídio coletivo.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.