A polícia de Sacramento (MG) anunciou uma reviravolta no caso que apura a morte do sapateiro Maicom Henrique de Castro, 27, da Vila Santa Terezinha, em Franca, localizado no último dia 2 de janeiro às margens do rio Grande. Laudo do IML (Instituto Médico Legal) de Araxá (MG) atestou que a vítima teria sido morta por estrangulamento.
No final de janeiro, o delegado Rafael Jorge, de Sacramento, obteve prisão do recepcionista JAJ, 27, do Petrópolis, e o pintor LHS, 25, do Redentor. Na ocasião em que o cadáver foi encontrado, eles afirmaram que Castro teria saltado da ponte em Rifaina. Como a causa da morte não foi afogamento, o delegado pediu a prisão temporária dos amigos arrolados, inicialmente, como testemunhas. Como eles negaram participação no crime e não haviam provas, após 30 dias, eles foram colocados em liberdade.
Ontem, de posse de mandados de prisão preventiva, policiais de Sacramento, com apoio da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Franca, voltaram a prender o pintor LHS, 25, e sapateiro APC, 24, da Imperador. O recepcionista JAJ, de suspeito, passou a figurar como testemunha chave no inquérito. “Ele passou a ser ameaçado se falasse sobre o crime. Cansado, resolveu revelar quem eram os autores”, disse o delegado. A vítima foi morta por ter mantido relacionamento com a mulher do sapateiro APC.
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