E Patrícia o conheceu desde o início da sua carreira, foi um dos meus técnicos de som, ainda tão novinho, na rádio Imperador. Depois houve nosso reencontro aqui na Difusora ele já então, o brilhante repórter. Não preciso dizer que os corações de todos do GCN ficaram tristes, muito tristes. Desde os chefes Corrêa Neves Júnior e Sonia Machiavelli, que por sinal o apoiaram sempre. Estive à noite em seu velório no São Vicente, levei minhas preces de solidariedade à sua mulher, Edna, e aos filhos e mãe amados e hoje deixo aqui de público, minhas saudades, quem sabe o meu até breve, com a certeza que Daniel Rodrigues não passou sua vida em branco. Soube vivê-la intensamente e hoje é mais um amigo vitorioso que virou saudades.
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