Colisão frontal deixa feridos e causa protestos


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Vista de um dos Palios acidentados ontem na ligação entre os bairros São Joaquim e Vila Pedigone
Vista de um dos Palios acidentados ontem na ligação entre os bairros São Joaquim e Vila Pedigone
Revolta. Este é o sentimento de quem mora na divisa entre os bairros São Joaquim e Vila Pedigone. Após mais um grave acidente, na manhã de ontem, no cruzamento das ruas Antônio Modenezi e Izabel Eliza Lima, os moradores das duas comunidades prometeram se mobilizar para pedir melhorias no trecho.
 
O movimento prometido surgiu após a colisão entre dois veículos pouco depois das 8h30, no cruzamento que liga os bairros. O comerciário RDF, 20, da Vila Resende, seguia com seu Fiat Palio, 2011, preto, pela Antônio Modenezi, sentido São Joaquim/Pedigoni. No sentido oposto trafegava o auxiliar administrativo JCR, 52, com um Fiat Palio Fire, 2012, branco. No cruzamento com a Izabel Eliza Lima, por motivos a serem esclarecidos, os veículos colidiram frontalmente.
 
A violência do impacto destruiu a parte frontal dos carros. Os dois motoristas ficaram feridos. O comerciário foi socorrido, atendido no Hospital Regional e liberado no início da tarde. Ele declarou aos PMs soldados Martins e Robson, que só se lembrava que estava seguindo no sentido Jardim Dermínio.
 
O outro ferido foi internado na Santa Casa. O auxiliar estava muito confuso e não conseguiu falar sobre o acidente. Ele passou por cirurgia e permaneceu internado. Por estar dirigindo com a carteira de habilitação vencida desde 13 de agosto do ano passado, JCR recebeu duas multas.
 
Solução
O acidente chamou a atenção e deixou revoltados os moradores das imediações. Segundo eles, o trecho é perigoso. Taisa Faria diz que os acidentes são constantes e acredita que a construção de uma nova ponte de ligação entre os dois bairros seja a única solução para acabar com os problemas. 
 
Outra moradora reclamou por e-mail. “Familiares meus já se acidentaram ali. Minhas irmãs passam por ali várias vezes ao dia. E a cada carro de resgate que vejo lá, penso que pode ser um dos meus. É revoltante”, disse a mulher que mora há 25 anos na Izabel Eliza de Lima.
 

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