Advogada espera por transplante neste mês


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No ano passado, o drama enfrentado por Carolina Parzewski Guimarães Vivenzio, 36, também comoveu Franca. A advogada corria contra o tempo para encontrar um doador compatível e se submeter a um transplante que poderá salvar a sua vida. A semana de incentivo à doação de medula óssea, promovida através da Lei Ana Laura, deu ânimo à família da jovem, que também entrou na Justiça para derrubar portaria do Ministério da Saúde que limitava o número de cadastros mensais. A luta foi coroada por uma liminar concedida pela Justiça Federal de Franca.
 
Em dezembro, as esperanças de cura da advogada se renovaram. A francana encontrou quatro doadores de medula óssea compatíveis. O transplante deveria ter sido realizado em março, mas uma “negativa” do doador impossibilitou o processo. “De todos os doadores, dois foram 90% compatível. Os médicos optaram por fazer com um desses. Quando pediu para fazer mais testes, o primeiro doador deu uma negativa, mas não sei falar se é porque ele não quis doar ou se ele não pode doar. Já que não vai adiantar, preferi não saber o motivo”, disse Carolina.
 
O transplante foi reagendado para este mês. O segundo doador está passando por exames. Se houver uma nova negativa, a mãe da advogada, Rita de Fátima Parzewski, será a doadora. “As possíveis datas são 17 ou 24 de abril. Eles estão fazendo testes do segundo doador e se, por ventura, acontecer a mesma coisa do primeiro, o transplante será feito com a minha mãe que é 50% compatível, porque não posso esperar mais.”
 

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