O estudante Kayki Júnior de Oliveira Bastianini, que completaria 10 anos na próxima quinta-feira, 3, morreu na tarde de domingo. Ele foi uma das vítimas do acidente registrado por volta das 15h30, na rodovia Nelson Nogueira, que leva a Ribeirão Corrente. A criança viajava em uma Kombi, 1974, verde, conduzida pelo avô, o pedreiro Carlos Bastianini, 62, da Vila Nicácio. O veículo tombou na altura do km 13 e Kayki morreu no local. Outras três pessoas ficaram feridas.
O pedreiro seguia pela rodovia, sentido Franca. Ele estava acompanhado da mulher, dona de casa Maria Helena Bastianini, 60, de duas netas gêmeas de 13 anos, moradoras no Cambuí, e do neto Kayki. No relato que prestou à polícia, o avô declarou que o veículo “apagou” (desligou), os freios falharam e ele desceu de ré. Bastianini disse que tentou parar no acostamento, mas o veículo tombou. Metade do corpo da criança foi projetado para fora no exato momento do tombamento e acabou atingido pela Kombi. Ele sofreu politraumatismo.
A equipe do Samu foi acionada e o médico constatou que Kayki estava morto no local. A avó e as primas foram socorridas com ferimentos leves, medicadas no PS Municipal e liberadas. O condutor da Kombi foi submetido ao teste do bafômetro. O resultado foi de 0,33 miligramas de álcool por litro de ar expelido. A lei estabelece que é crime dirigir acima de 0,34 miligramas. Assim, o pedreiro foi apenas multado.
A Kombi, levada para a porta da casa do condutor, amanheceu ontem com o interior queimado. A polícia vai investigar se o sinistro foi ou não criminoso. A família não quis falar sobre o ocorrido.
O corpo de Kayki foi sepultado no final da tarde de ontem, no Cemitério Parque Jardim das Oliveiras, em Franca.
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