E passaram-se os anos


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E não posso me queixar, de forma alguma. Durante uns bons quinze anos, tive um companheiro leal e amigo, em todos ou quase todos os eventos de trabalho e lazer que vivi. Agora, há mais ou menos um ano, Cecílio combalido pela idade e os males da mesma, já não pode me acompanhar, mas continua sendo aquele ombro amigo de todas as horas que preciso. Louvo muito ao meu Bom Deus por tudo isso!

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