‘CARTAGENA’


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Já disse à escritora e jornalista Sônia Machiavelli que considero Gabriel Garcia Marquez o maior escritor vivo. Ele foi muito importante para mim. Descobri Cem Anos de Solidão no final dos anos 70. Foi um torpedo na minha cabeça juvenil. Quando acabei de ‘devorar’, tive a impressão de ler lido a melhor coisa do todos os tempos, mas não sabia o porquê. Com o passar dos anos continuei lendo tantas vezes quantas pude. Ainda hoje, de vez em quando, abro em algum capítulo e leio novamente. Não digo ‘releio’ porque, cada vez, é uma sensação diferente. Em BH chamávamos de realismo fantástico. Li todos os títulos que pude, não pude todos. Sem nenhum conhecimento teórico, ouso somente discordar em um ponto: depois de Cem Anos, o livro de Gabo que mais me impressionou é Crônica de Uma Morte Anunciada, para mim, de uma perfeição técnica impressionante, ou fantástica! Um dia espero conhecer Macondo. (Leia em http:/ /www.gcn.net.br /noticia/244274/nossas-letras/2014/03/por-que-fui-a-cartagena)
 
Mirto Felipin
Franca - SP

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