Morreu na Unidade de Terapia Intensiva da Santa Casa de Misericórdia às 18 horas da quinta-feira, dia 13, a técnica em enfermagem e cuidadora de idosos Amélia Aparecida Ferreira Lazarini, aos 56 anos. Estava internada desde a segunda-feira, 10, recebendo cuidados em função de acidente vascular cerebral que sofreu naquele dia.
Era casada com Luiz Carlos Lazarini, ex-gerente de indústrias de calçados. Do enlace, dois filhos, Marcos Dani Lazarini, enfermeiro-padrão, professor e um dos coordenadores do curso de Enfermagem do Senac, casado com Giane, coordenadora do Samu de Franca; e Ana Luiza Lazarini, encarregada do departamento pessoal de Calçados Vitelli.
Atuou por anos na Santa Casa de Misericórdia local e no Hospital Allan Kardec. Integrou a diretoria do Sindicato dos Enfermeiros de Franca. De sete anos para cá deixou a atividade hospitalar e tornou-se cuidadora de idosos, estimulada, segundo Ana Luiza, ‘pelo reconhecimento de famílias de pacientes, à sua atuação profissional”. Durante o velório, as palavras da filha puderam ser constatadas pela presença de familiares de vários de seus pacientes.
Gostava de política. A exercitou em seu tempo de sindicato. Também, na ocasião em que se candidatou a prefeita; e, em próxima eleição, a vereadora, representando sua categoria profissional, mas não elegeu-se. Evangélica, integrou, por mais de 20 anos, a Igreja Assembleia de Deus, do bairro Santa Terezinha. Escolhida missionária, atuou em vários templos e em centros de reabilitação de drogaditos.
‘Mamãe era mulher vocacionada ao trabalho e à religião, mas, acima de tudo, a papai, que dela passou a precisar muito de alguns anos para cá, e a quem cuidou com a um filho. Nos ensinou a ser persistentes, determinados, coerentes, éticos e responsáveis mesmo nos momentos tristes, como o que estamos vivendo agora com sua morte, mas, com seus ensinamentos e a força de Deus, haveremos de superar’, disseram Ana e Marcos.
O sepultamento aconteceu ontem, 16 horas, com acompanhamento de enfermeiros e enfermeiras, estudantes do Senac, agentes do Samu, representantes de famílias clientes e fieis evangélicos, até o Cemitério Santo Agostinho.
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