Polícia traça perfil de morta no Riviera para chegar ao assassino


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Policiais entram na casa em que a vítima foi morta sábado. DIG trabalha com hipótese de que ela tenha morrido 24 horas antes
Policiais entram na casa em que a vítima foi morta sábado. DIG trabalha com hipótese de que ela tenha morrido 24 horas antes
O Setor de Homicídios da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Franca iniciou as investigações para apurar o assassinato da aposentada Ana Cecília Macedo, 69. Ela foi encontrada morta, sábado, por volta das 16 horas, caída dentro do banheiro da casa que alugava na rua Luiz Puglia, no Jardim Riviera. 
 
As primeiras análises da perícia técnica apontam um corte profundo em seu pescoço. A mulher teria sido morta no final da tarde do dia anterior. Como o interior da casa estava todo revirado, ganhou força a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte). A polícia, no entanto, prefere manter a cautela, e, primeiro, tentar saber quem era a idosa.
 
“Não podemos afirmar que foi um latrocínio, porque ainda não foi realizado um levantamento para saber se foi roubado algo da residência”, disse o delegado Márcio Garcia Murari, da DIG, que comanda as investigações. A polícia, neste início de trabalho, tenta traçar um perfil e saber quem eram as pessoas que cercavam a vítima.
 
Ontem, vizinhos e familiares foram ouvidos. A polícia apurou que Ana Cecília residia sozinha em Franca há 15 anos, era reservada e evitava contatos até mesmo com a única irmã que residia na cidade. Ela só saía de casa para ir à igreja e não recebia visitas. Até para a família, tudo o que a cercava era um mistério. Desvendá-lo é, para a DIG, o passo fundamental que pode levar ao esclarecimeto do crime.
 

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