Clássicos da literatura, do cinema e televisão relatam como as mulheres eram tratadas até metade do século passado, quando não tinham direito nem de votar, o que, no Brasil, foi alcançado em 1932. Quem poderia imaginar, um dia uma mulher à frente da Presidência da República. O marido era o senhor todo poderoso da casa, que ela tinha a obrigação de servir, em todos os sentidos, na hora que ele desejasse. Aos poucos elas foram conquistando novos e importantes direitos, dentro e fora do lar. Mulher não trabalhava fora; era só dentro de casa, cuidando do marido e dos filhos, cozinhando, lavando e passando. Com o aumento do consumismo, a mulher teve que ir à luta, trabalhando fora de casa para ajudar o marido. E assim, com um jeitinho especial, as mulheres conseguem se impor na maioria das decisões, sem deixar que o marido perceba. Tem até um conto, ou lenda, ou mesmo piada, que ilustra isso. Um rei decidiu fazer uma pesquisa para saber quem mandava na casa. Determinou que os empregados saíssem pelo reino levando alguns cavalos e muitas galinhas. Onde as mulheres afirmassem que mandavam, era para dar 5 galinhas. Quando o homem afirmasse que era o mandão, tinha direito a um cavalo. O estoque de galinhas já estava acabando. Quando um homem gritou que ele é que mandava em tudo, entregaram a ele o cavalo mais bonito, todo branco, e seguiram, até que veio um garoto montado no cavalo e gritando: “Vim trocar o cavalo que o pai ganhou, porque minha mãe não gostou da cor!”
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